Sobre o Schlee
Me deram um velho novo
livro... Talvez o sobrenome do autor devesse ser “Se lê”. Me li ou li-me...
Limei mesmo! Onças me unharam sem piedade, saltando do livro... me mostraram
verdades, coisas que diziam, que contaram. Escutei com ouvidos famintos que mastigam
histórias e letras muito bem tratadas. Conheci “realmente” o que realmente já
conhecia. Voltei a algum momento que eu já tinha vivido com a inocência que só
a escola nos depreende, mas com tantos lanhos das onças se esvaiu a inocência,
ficou a leitura seca que nos obriga a passar a língua na boca e pedir mais e
mais. Fiquei mais lida ainda quando o vi em carne osso, tão mortal quanto eu,
não tinha chapéu de mago muito menos cara de escritor. Fiquei muito emocionada
ao perceber que a magia está dentro da palavra e temos que tocá-la para que
solte todo o seu vigor de bofetada. E não é que o velho medonho já estava em mim!
Mas eu me vinguei à altura, também estava nele! O seus textos já não são mais
seus! São meus! E os meus já não são mais meus! São seus!
Obrigada Schlee...
Que lindo, Maria!! Um perfeita Schleeti. E os teus estão em nós.
ResponderExcluirObrigada amiga! sabia q as Schleets iam gostar!!
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