Esnobes felinos
Tão independentes
Com seus olhos de mistérios
Vão se esgueirando
languidamente
Em meio a noite soturna...
Tomam banho de língua
Sensuais e infiéis
Trepados nos telhados
Esbanjam superstições
Entre ronronares e
miados
De dia dormem profundo
À noite velam teu sono
Espantam os maus
espíritos
E aves de mau agouro
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